Festival do Minuto: Relicário Urbano

Dec 12 2009

Recebi na minha caixa de entrada o link pra esse vídeo que está participando do Festival do Minuto. Relicário Urbano, projeto do designer gráfico Emilio Dossi e do video-maker Ricardo Moreira, concorre ao festival com o tema Padre Cícero. Os dois juntaram a paixão por arte de rua, registrando o processo de uma intervenção urbana neste vídeo que você confere abaixo.

Visite a página e vote em Relicário Urbano no Festival do Minuto.

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“De dentro para fora / De fora para dentro”

Nov 20 2009

O MASP abriu as portas apenas para convidados para a tão comentada exposição “De dentro para fora / De fora para dentro”,  que trás seis artistas importantes para a cena da arte pública com curadoria de Mariana Martins, Baixo Ribeiro e Eduardo Saretta.

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Intervenção Fotográfica

Nov 20 2009

No último dia 18, na III Semana de Fotografia de Recife aconteceu uma Intervenção Urbana com Marcelo Lyra e Tonho Ceará, na calçada do Teatro Maurício de Nassau. Pedestres puderam ser fotografados por Tonho Ceará, em uma máquina fotográfica lambe-lambe, e depois as imagens foram escaneadas e projetadas por Marcelo Lyra.

[Foto: Beto Figueiroa | Canal03] Fonte

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Você já jogou um chiclete no chão?

Nov 20 2009

O que você faz com o seus chicletes já mascados? Certamente muitas pessoas não vão afirmar que simplesmente os jogam na rua! Alguns certamente os apertam embaixo de cadeiras e mesas (isso é fato). Basta freqüentar alguma região onde exista algum público que sempre está mascando um ‘chiquetinho’ que você perceberá as marcas pelo chão (isso se não de deparar com alguém tentando tirar o chiquete do sapato). Continue Reading »

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Dos muros da cidade para as salas do Masp

Nov 18 2009

A partir da próxima sexta (20), frequentadores assíduos do Masp terão uma supresa: agora, a mesma arte que consagrou a dupla osgemeos, o grafite, ganhará espaço dentro do ambiente conservador do principal museu da cidade.

A exposição De Dentro Para Fora/De Fora Para Dentro ocupará o Hall Cívico e o mezanino do Masp com seis murais e outras instalações interativas feitos especialmente para a mostra.

Os visitantes terão contato, por meio de murais, telas, fotografias e vídeos, com as obras dos grafiteiros Carlos Dias, Daniel Melim, Ramon Martins, Stephan Doitschinoff, Titi Freak e Zezão, principais artistas contemporâneos que começaram suas carreiras com intervenções urbanas e que hoje expõem sua produção em galerias nacionais e internacionais.

A interatividade fará com que o museu seja tomado por corredores e bancos para o público se sentar. Em uma sala, os visitantes poderão deixar sua própria contribuição: todos poderão escrever nas paredes do cômodo.

Os arquitetos Baixo Ribeiro e Mariana Martins, junto com o historiador Eduardo Saretta, são os curadores da exposição.l Masp (tel. 3251 5644). Terça a domingo. R$ 15.

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Projeto moderniza malha ferroviária da Região Metropolitana de BH

Nov 18 2009

Belo Horizonte, MG – O projeto de um dos principais investimentos em infraestrutura ferroviária de Minas Gerais foi celebrado nesta terça-feira, dia 17, no Ministério dos Transportes, em Brasília, pelo Governo Federal e pela Vale, em evento que contou com a presença do prefeito Marcio Lacerda.

O empreendimento, denominado Modernização do Contorno Ferroviário de BH, prevê importantes intervenções urbanas na capital e na região metropolitana. Os investimentos preliminares em infraestrutura urbana, que totalizam R$ 137,5 milhões, vão beneficiar 250 mil pessoas em dez bairros.

Além de facilitar a circulação de veículos e pedestres, o programa tem como objetivo reduzir as interferências da ferrovia nos bairros, eliminar as passagens de nível com a construção de três passarelas, três viadutos rodoviários, dois viadutos ferroviários e uma trincheira. Outro importante benefício do projeto é a construção de áreas verdes e de lazer em locais próximos à nova faixa de domínio, bem como o prolongamento da rua Souza Aguiar, no bairro São Geraldo, em Belo Horizonte.

“Esse acordo celebrado hoje representa uma grande conquista para os moradores da capital e de Sabará. Essa é uma obra de grande alcance econômico e social, que irá beneficiar cerca de 250 mil pessoas, com obras que, além de facilitar a mobilidade de veículos e pedestres, irão também melhorar a segurança daquelas famílias que moram ao longo das ferrovias, com a construção de viadutos, passarelas e áreas de lazer”, disse o prefeito.

As intervenções entre os bairros Horto, em Belo Horizonte, e General Carneiro, em Sabará, onde serão retificados e duplicados 8,3 quilômetros de linha férrea, estão previstas no projeto já protocolado no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ainda pode fazer reajustes. Nos períodos de pico da produção, o trecho é utilizado diariamente por 28 composições, carregadas com soja, minério e produtos siderúrgicos, entre outros. As obras tornarão o transporte mais eficiente, facilitando a movimentação de cargas entre as regiões Sudeste e Nordeste e melhorando a ligação entre as ferrovias Centro-Atlântica e Vitória-Minas.

De acordo com o vice-prefeito Roberto Carvalho, a obra muda a cara de grande parte da região Leste. “No início de fevereiro, bairros como São Geraldo, Casa Branca e Santa Inês vão ganhar, em todos os aspectos, com o início das obras. Teremos obras de alcance social incalculável e obras para uma região que há anos sofre com problemas relacionados à linha férrea”, afirmou.

Para o mecânico Carlos Roberto da Silva, morador do Horto, a construção do viaduto vai melhorar o trânsito local e facilitar a mobilidade das pessoas, que hoje têm dificuldade para se locomover por causa dos trilhos. “Além disso, vai diminuir a quantidade de acidentes na região”, disse.

A implantação do projeto começará após a compra de áreas desapropriadas contempladas no empreendimento, da liberação das licenças ambientais e da emissão dos alvarás de obra pela PBH e pela prefeitura de Sabará. O projeto de engenharia, assim como os recursos necessários para a execução das obras, serão de responsabilidade da Vale. O programa, que está sendo realizado em parceria com a Ferrovia Centro-Atlântica, tem previsão de que, após iniciadas, as obras durem aproximadamente 30 meses.

Confira as principais intervenções

Construção de viaduto ferroviário sobre a avenida Itaituba, na região do bairro Horto, em Belo Horizonte, próximo à saída do pátio da Ferrovia Centro-Atlântica;

Construção de viaduto rodoviário ligando a avenida dos Andradas às ruas Souza Aguiar, Guarira, Bounier e Morrinhos, no bairro Caetano Furquim;

Instalação de viaduto ferroviário próximo a Ete da Copasa, com extensão de aproximadamente 150 metros;


Instalação de viaduto rodoviário em substituição à passagem em nível da vila Marzagão, em Sabará;


Construção de uma passagem inferior rodoviária entre o prolongamento da rua Jordão e a rua Futura, no bairro General Carneiro, em Sabará, permitindo melhor acesso ao bairro Nações Unidas;


Instalação de viaduto rodoviário em substituição à passagem em nível da rua Chile, no General Carneiro;


Realocação do Pompéia Futebol Clube, no bairro Horto;


Instalação de passarelas para pedestres ao longo do trecho;

Área de lazer próximo à avenida dos Andradas, em Belo Horizonte;

Revitalização de áreas verdes em Sabará;

Font: http://www.oreporter.com/detalhes.php?id=13915

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Jóias gigantes

Oct 20 2009

”Urban Jewelry” é uma séria de esculturas gigantes alusivas a jóias feitas pela designer belga Liesbet Bussche. Ela transforma simples objetos urbanos nessas esculturas.  São bolas de cimento que se transformam em lindos brincos, são pingentes que são colocados em correntes gigantes do meio urbano.

Para conferir mais: http://www.liesbetbussche.com/


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Grafite se firma como arte urbana no Rio e leva oportunidade a jovens carentes

Oct 15 2009

Grafiteiros unem adrenalina e técnica em desenhos pela cidade. Oficinas também dão oportunidade para meninos deixarem pichação.

A reviravolta sofrida pela arte do grafite no Brasil pode ser comparada aos acontecimentos da vida do artista Rui Amaral. Há 24 anos, Rui foi preso enquanto desenhava em um muro num beco abandonado. Nessa época, o grafite era visto como pichação e não como arte urbana.

Passada a discussão e entendida a diferença entre a arte produzida pelos grafiteiros, e o vandalismo provocado por pichadores, os cariocas passaram a conviver muito bem com a cidade mais colorida e ilustrada.

Veja a galeria de fotos

“Quando fui preso as pessoas não entendiam que o que eu fazia era arte. A ideia do grafite é revitalizar os espaços, dando cor e formas que tenham a cara de cada comunidade”, contou Rui. “Hoje em dia é tudo diferente. Os grafiteiros contam com o apoio de muitas pessoas. O mercado cresceu muito”, acrescentou ele.

O mercado não está apenas favorável para quem trabalha com grafite. A arte é a oportunidade de muitos meninos e adolescentes deixarem as ruas e se tornarem grafiteiros. Essa é a missão do coordenador do núcleo de grafite da Cufa (Central Única das Favelas), Alexandre Ferreira, conhecido como Afa.

“Transformamos aqui o grafite em uma teoria de princípios pedagógicos. É impressionante como, ao conhecer o grafite, os meninos entendem que a pichação não dá barato nenhum”, disse Afa.

As aulas são dadas em oficinas de diversas comunidades. Na oficina da Cidade de Deus, na Zona Oeste da cidade, Matheus Fernandes de 18 anos conta que usava a pichação para se firmar diante dos amigos, mas ao aprender as técnicas do grafite abandonou as letras e formas sem conteúdo e agora investe em arte.

“A pichação é pura adrenalina e reconhecimento dos amigos. Hoje pego a agilidade que aprendi nas ruas com a pichação e aplico nas técnicas do grafite”, contou Matheus.

Além de aulas em comunidades, a Cufa está dando oficinas em presídios do Rio. O projeto “Rebelião Cultural” tem a intenção de tirar o detento da ociosidade.

“Temos que pensar que amanhã os presos estarão aqui fora. Precisamos dar oportunidade de crescimento a eles”, contou Afa.

Intercâmbio

Em uma cidade como o Rio, não faltam inspirações para os grafiteiros. No caso de Chico Silva, coordenador das oficinas de grafite do AfroReggae, o Hip Hop é a sua inspiração quando o assunto são desenhos coloridos. Segundo ele, o grafite é um trabalho que junta técnica com criatividade.

“Eu não queria marcar apenas meu nome, queria desenhar. Juntei o Hip Hop e o desenho e fui pra rua ilustrar paredes e muros”, contou ele.

Tanta dedicação ao grafite chama atenção de artistas de todo o mundo. Como experiência e aprendizagem, Chico já percorreu a Inglaterra e a Índia mostrando seu trabalho e trocando técnicas de grafite com diversos artistas.

“O grafite brasileiro é muito respeitado. Somos comparados ao futebol. Temos arte e visão urbana, isso chama atenção”, disse ele.

Evolução gráfica

O escritório de design de Bruno Bogossian ficou de lado quando a paixão pelo grafite falou mais alto. Desde 1999, quando essa arte ainda estava engatinhando no Rio, Bruno resolveu que era hora de dar vida a lugares abandonados.

“O grafite cresceu muito, e com o esforço de grandes artistas vem o reconhecimento da cidade. A arte de ilustrar muros esquecidos faz com que o Rio fique mais colorido”, disse ele.

Fascinado pelo mundo do grafite, Bruno resolveu transformar a arte dos muros em computação gráfica.

“A computação gráfica exige outro tipo de técnica, mas também é fascinante. São meios diversos de mostrar arte”, disse ele.

Ao contrário de quem largou tudo para fazer do grafite profissão, Hayala Garcia optou por ilustrar muros durante os momentos de folga.

“Continuo envolvido com o grafite, mas agora aplico o que sei em estampas de roupas. É uma forma diferente de ilustrar durante a semana o que pratico nos muros da cidade nas minhas horas de folga. Levo a linguagem da rua para a roupa”, disse ele.

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Fonte: G1

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Cães Invisíveis – ação de mobilização urbana

Oct 11 2009

Essa ação de mob urbano (intervenção urbana) foi criada pela Improv Everywere. Esse tipo de  movimento é muito interessante pelo impacto que causa.

“Improv Everywhere causes scenes of chaos and joy in public places. Created in August of 2001, has executed over 85 missions involving thousands of undercover agents. The group is based in New York City”.

Fonte: http://www.radiodelicatessen.com.br/?p=6769

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Grafiteiro americano de 75 anos pinta muro em São Paulo

Oct 09 2009

Jay Milder é dos precursores do grafite em Nova York.

Paulistano Eduardo Kobra, de 34 anos, trabalhou com ele.

Quem passou pela Avenida Rebouças perto da esquina com a Rua Estados Unidos, em São Paulo, na manhã desta sexta-feira (9) presenciou uma cena inusitada: um senhor de 75 anos grafitando um muro.

O “senhor” é Jay Milder, um dos precursores do grafite na cidade de Nova York, considerado um dos seis maiores expressionistas dos Estados Unidos. Ao lado dele, o paulistano Eduardo Kobra, de 34, também grafitou.

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Fonte: G1

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