Archive for the 'Intervenções' category

Intervenção Fotográfica

Nov 20 2009 Published by Eduardo Uzae under Evento,Intervenções,Notícias

No último dia 18, na III Semana de Fotografia de Recife aconteceu uma Intervenção Urbana com Marcelo Lyra e Tonho Ceará, na calçada do Teatro Maurício de Nassau. Pedestres puderam ser fotografados por Tonho Ceará, em uma máquina fotográfica lambe-lambe, e depois as imagens foram escaneadas e projetadas por Marcelo Lyra.

[Foto: Beto Figueiroa | Canal03] Fonte

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Você já jogou um chiclete no chão?

Nov 20 2009 Published by Eduardo Uzae under Intervenções,Notícias

O que você faz com o seus chicletes já mascados? Certamente muitas pessoas não vão afirmar que simplesmente os jogam na rua! Alguns certamente os apertam embaixo de cadeiras e mesas (isso é fato). Basta freqüentar alguma região onde exista algum público que sempre está mascando um ‘chiquetinho’ que você perceberá as marcas pelo chão (isso se não de deparar com alguém tentando tirar o chiquete do sapato). Continue Reading »

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Jóias gigantes

Oct 20 2009 Published by Eduardo Uzae under Exibições,Intervenções

”Urban Jewelry” é uma séria de esculturas gigantes alusivas a jóias feitas pela designer belga Liesbet Bussche. Ela transforma simples objetos urbanos nessas esculturas.  São bolas de cimento que se transformam em lindos brincos, são pingentes que são colocados em correntes gigantes do meio urbano.

Para conferir mais: http://www.liesbetbussche.com/


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Grafite se firma como arte urbana no Rio e leva oportunidade a jovens carentes

Oct 15 2009 Published by Eduardo Uzae under Intervenções

Grafiteiros unem adrenalina e técnica em desenhos pela cidade. Oficinas também dão oportunidade para meninos deixarem pichação.

A reviravolta sofrida pela arte do grafite no Brasil pode ser comparada aos acontecimentos da vida do artista Rui Amaral. Há 24 anos, Rui foi preso enquanto desenhava em um muro num beco abandonado. Nessa época, o grafite era visto como pichação e não como arte urbana.

Passada a discussão e entendida a diferença entre a arte produzida pelos grafiteiros, e o vandalismo provocado por pichadores, os cariocas passaram a conviver muito bem com a cidade mais colorida e ilustrada.

Veja a galeria de fotos

“Quando fui preso as pessoas não entendiam que o que eu fazia era arte. A ideia do grafite é revitalizar os espaços, dando cor e formas que tenham a cara de cada comunidade”, contou Rui. “Hoje em dia é tudo diferente. Os grafiteiros contam com o apoio de muitas pessoas. O mercado cresceu muito”, acrescentou ele.

O mercado não está apenas favorável para quem trabalha com grafite. A arte é a oportunidade de muitos meninos e adolescentes deixarem as ruas e se tornarem grafiteiros. Essa é a missão do coordenador do núcleo de grafite da Cufa (Central Única das Favelas), Alexandre Ferreira, conhecido como Afa.

“Transformamos aqui o grafite em uma teoria de princípios pedagógicos. É impressionante como, ao conhecer o grafite, os meninos entendem que a pichação não dá barato nenhum”, disse Afa.

As aulas são dadas em oficinas de diversas comunidades. Na oficina da Cidade de Deus, na Zona Oeste da cidade, Matheus Fernandes de 18 anos conta que usava a pichação para se firmar diante dos amigos, mas ao aprender as técnicas do grafite abandonou as letras e formas sem conteúdo e agora investe em arte.

“A pichação é pura adrenalina e reconhecimento dos amigos. Hoje pego a agilidade que aprendi nas ruas com a pichação e aplico nas técnicas do grafite”, contou Matheus.

Além de aulas em comunidades, a Cufa está dando oficinas em presídios do Rio. O projeto “Rebelião Cultural” tem a intenção de tirar o detento da ociosidade.

“Temos que pensar que amanhã os presos estarão aqui fora. Precisamos dar oportunidade de crescimento a eles”, contou Afa.

Intercâmbio

Em uma cidade como o Rio, não faltam inspirações para os grafiteiros. No caso de Chico Silva, coordenador das oficinas de grafite do AfroReggae, o Hip Hop é a sua inspiração quando o assunto são desenhos coloridos. Segundo ele, o grafite é um trabalho que junta técnica com criatividade.

“Eu não queria marcar apenas meu nome, queria desenhar. Juntei o Hip Hop e o desenho e fui pra rua ilustrar paredes e muros”, contou ele.

Tanta dedicação ao grafite chama atenção de artistas de todo o mundo. Como experiência e aprendizagem, Chico já percorreu a Inglaterra e a Índia mostrando seu trabalho e trocando técnicas de grafite com diversos artistas.

“O grafite brasileiro é muito respeitado. Somos comparados ao futebol. Temos arte e visão urbana, isso chama atenção”, disse ele.

Evolução gráfica

O escritório de design de Bruno Bogossian ficou de lado quando a paixão pelo grafite falou mais alto. Desde 1999, quando essa arte ainda estava engatinhando no Rio, Bruno resolveu que era hora de dar vida a lugares abandonados.

“O grafite cresceu muito, e com o esforço de grandes artistas vem o reconhecimento da cidade. A arte de ilustrar muros esquecidos faz com que o Rio fique mais colorido”, disse ele.

Fascinado pelo mundo do grafite, Bruno resolveu transformar a arte dos muros em computação gráfica.

“A computação gráfica exige outro tipo de técnica, mas também é fascinante. São meios diversos de mostrar arte”, disse ele.

Ao contrário de quem largou tudo para fazer do grafite profissão, Hayala Garcia optou por ilustrar muros durante os momentos de folga.

“Continuo envolvido com o grafite, mas agora aplico o que sei em estampas de roupas. É uma forma diferente de ilustrar durante a semana o que pratico nos muros da cidade nas minhas horas de folga. Levo a linguagem da rua para a roupa”, disse ele.

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Fonte: G1

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Grafiteiro americano de 75 anos pinta muro em São Paulo

Oct 09 2009 Published by Eduardo Uzae under Intervenções

Jay Milder é dos precursores do grafite em Nova York.

Paulistano Eduardo Kobra, de 34 anos, trabalhou com ele.

Quem passou pela Avenida Rebouças perto da esquina com a Rua Estados Unidos, em São Paulo, na manhã desta sexta-feira (9) presenciou uma cena inusitada: um senhor de 75 anos grafitando um muro.

O “senhor” é Jay Milder, um dos precursores do grafite na cidade de Nova York, considerado um dos seis maiores expressionistas dos Estados Unidos. Ao lado dele, o paulistano Eduardo Kobra, de 34, também grafitou.

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Fonte: G1

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Karaoke Coral

Oct 06 2009 Published by Eduardo Uzae under Evento,Intervenções,Notícias

Para o Ano da França no Brasil, a artista francesa Camille Henrot é convidada a fazer uma versão brasileira de sua obra “Karaoke Coral”. Amanhã, 7 de outubro, a intervenção urbana Karaoke Coral” convoca os curitibanos a soltarem seus ‘gogós’. O Camille Hernrot convida todos que estiverem passando pela praça Rui Barbosa, entre as 17h e às 22h para interagirem através do canto. Todos poderão cantar canções de amor. A expectativa é de 2 mil pessoas. A instalação de arte contemporânea ainda passará por Porto Alegre dia 9 de outubro no Parque da Redenção das 17h30 as 22h30.

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Histórico

2006 >> A instalação tem a forma de um karaoke. Uma tela led difunde uma imagem gigante de boca que articula canções de amor populares sem que se escute a voz. Coladas à tela, caixas de som propagam uma versão instrumental simplificada da canção. Na frente da tela há uma floresta de microfones que convida os visitantes a participar cantando as músicas, sem a ajuda do texto que desfila num karaoke tradicional, mas guiados pelo movimento dos lábios na grande tela. O que fica dessas canções de amor na memória do público? Elas se revelam aqui sob uma forma de conglomerado de inspirações que se imprimem no espírito dos ouvintes por meio de técnicas como a intensificação e a repetição, técnicas características da comercialização da música e que são também procedimentos mnemônicos, cuja eficácia se torna tema de experimentação.

Mais informações:http://www.karaokecoral.com/

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Grandes sujeiras por conta de Bounty

Oct 06 2009 Published by Eduardo Uzae under Intervenções,Notícias

Derramar líquidos no chão ou na mesa de trabalho sempre gera transtorno. Imagine então um grande copo de café derramado e um picolé gigante que derrete em pleno centro. Não existe melhor forma de atestar o poder de absorção das folhas de papel Bounty do que provocar “grandes derramamentos” (Big Spills).

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E foi isso que a marca fez. Em plena Sétima Avenida, em Nova York, foi provocado um derramamento de café. Mas não era qualquer café, foi realizada uma intervenção urbana com um copo de café com seis pés de altura e com um líquido com aparência e o aroma de um café fresco.

Já em Los Angeles, foi promovida uma intervenção com um picolé gigante caído ao chão. Ao lado das duas intervenções havia uma placa de referência com o seguinte texto: Bounty “Makes small work of BIG spills”. Uma ideia que gera uma experiência inusitada e transforma o posicionamento da marca em uma vivência memorável. Essa foi a estatégia de guerrilha usada pela Agência Publicis.


Fonte:
http://promoview.com.br/canais/grandes-sujeiras-por-conta-de-bounty/

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Expo Stickers 09

Oct 06 2009 Published by Diniz under Intervenções

A Expo Stickers 09 já tá rolando em São Paulo na El Cabritón y Amigos (R. Augusta, 2008 – Jardins). A fachada da loja foi preparada para receber os stickers de 200 artistas espalhados por 27 países. Até 03/Novembro poderá ser conferido o trabalho organizado pelo designer e artista de rua Jair Guilherme, aka BHC e a produtora cultural Liliane Ferrari. A intervenção artística fica por conta do designer Eduardo Souzacampus (também responsável pela pintura d’O Monstro Ciclope da fachada) e quem passar por lá ainda pode dar sua colaboração colando mais adesivo.

No dia 07/Outubro rola abertura da exposição em São Carlos, no campus da UFSCar e em breve a Expo Stickers 09 vai também para Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Buenos Aires e Miami.

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Mais fotos do evento podem ser vistas no flickr do Souzacampus.

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Asfalto do Minhocão ganha flores no fim de semana

Oct 06 2009 Published by Eduardo Uzae under Intervenções

SÃO PAULO – E de repente o Minhocão ganhou flores. O tom cinzento do asfalto ganhou traços brancos que não pertenciam às faixas de sinalização da pista e deram um novo ar à via. Fechado para os pedestres aos fins de semana, o Elevado General Arthur da Costa e Silva, conhecido pelo trânsito intenso durante a semana, “desabrochou” em 15 minutos no domingo com a ajuda do fotógrafo e artista plástico Felipe Morozini.


O elevado foi tomado por 30 pessoas que, munidas com cal, começaram a pintar a primavera no chão. “Faz três anos que eu quero fazer essas flores, pois acho o Minhocão uma obra muito agressiva”, afirma o artista, que há oito anos mora no último andar de um prédio que fica em frente à via (“uma vista incrível”), uma das principais ligações entre as zonas leste e oeste de São Paulo, passando pelo centro da cidade.


“Eu vivo aqui por que quero, mas as (outras) pessoas moram por falta de opção. Gostaria de dar a elas essa oportunidade (de ver algo diferente do trânsito)”, diz Morozini, explicando que o apartamento é herança de uma bisavó. Todas as pessoas envolvidas na intervenção urbana são amigos do artista. Por enquanto, ele não pensa em fazer nenhuma obra em outro ponto da cidade. “Para fazer isso eu penso no meu entorno, minha cabeça vai em melhorar a vida das pessoas do entorno”.


Além disso, o desejo de participar de um festival de documentários sobre arte na rua, que vai ser realizado em Nova York, também mobilizou Morozini a agir. “Foi o que me motivou”. Mas então por que não usar tinta e dar mais cor ao asfalto? “Porque é proibido”. Só isso? Não. “O intuito é fazer as pessoas pensarem. Ninguém quer estragar a cidade”, explica-se, dizendo que também é interessante o fato de o cal sair na chuva.


E como uma obra, provocou diferentes reações nas pessoas. Segundo o artista, uma pessoa disse que era bonito por ser primavera. Outra falou que alguém pensando positivamente na região já era uma boa coisa. E uma mulher acabou ligando para a polícia e disse que o Minhocão estava sendo pichado. “A polícia chegou, mas foi bacana”, disse Morozini, que informou que o cal iria sair com água.


Intuito de fazer intervenções artísticas em outros pontos Morozini não diz ter, mas quem sabe mais alguma coisa no elevado. Agora eu já pensei em fazer outro e aumentar um metro a cada ano”. Outro desejo do artista é ver àquela região central mais colorida. “Eu acho grafite lindo. Meu sonho é que todos os prédios do minhocão pintados por grandes grafiteiros”.


Fonte: Estadão

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Da Rua: imagem, arte e ação

Sep 21 2009 Published by Eduardo Uzae under Artistas,Evento,Intervenções

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) inaugura a terceira exposição da série “Da Rua” no dia 10 de setembro de 2009. “Da Rua: imagem, arte e ação” reúne obras do artista Junior de Paiva e da dupla Krishna Passos e Adriana Vignoli na galeria Fayga Ostrower e no Espaço Marquise, do Complexo Cultural Funarte Brasília.

Na mostra, Junior de Paiva apresenta desenhos figurativos sobre os medos, os desejos e o universo feminino, vistos sob uma ótica anárquica, obscura, sexual e policromática. O artista, que utilizará como suporte um tapume de quase trinta metros de comprimento, instalado no Espaço Marquise, trabalha com grafite em spray, pigmentos, caneta marker e rolinho de pintar parede – materiais que costuma usar também para intervir nos muros das cidades.

“PlastiCidade”, de Krishna Passos e Adriana Vignoli, é uma exposição multimídia interativa: imagens dos visitantes da galeria sobrepõem-se, em uma tela, a imagens de pessoas que se encontram em diferentes pontos da cidade (captadas por uma câmera previamente instalada).  A este quadro soma-se uma paisagem sonora, composta por sons transmitidos em tempo real pela câmera de segurança do local e sons captados, em diferentes cidades, por artistas como Leonardo Wolf (que enviou material de Barcelona); Gisel Carriconte e Philip Jones (de Londres); e Maicyra Leão (de Sergipe), entre outros. Além disso, Krishna e Adriana apresentam performances experimentais, tendo sempre um ou dois artistas como convidados.

Com a série de mostras “Da Rua”, a Funarte pretende contribuir para o debate sobre a institucionalização da pintura de rua e da intervenção urbana, linguagens que, nos últimos anos, saltaram dos muros das cidades para galerias, museus e centros culturais. As duas primeiras mostras, chamadas “Da Rua: que pintura é essa?”, foram inauguradas em São Paulo e no Rio de Janeiro em maio de 2009 e trataram principalmente da arte do grafite.

Horário: das 9 às 21 horas | Local: Complexo Cultural Funarte Brasília Endereço: Galeria Fayga Ostrower e Espaço Marquise (Eixo Monumental Setor de Divulgação Cultural).


Informaçőes:
(61) 3322-2076 / 3322-2029

Fonte: CerradoMix

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