Archive for the 'Notícias' category

“De dentro para fora / De fora para dentro”

Nov 20 2009 Published by Eduardo Uzae under Evento,Notícias

O MASP abriu as portas apenas para convidados para a tão comentada exposição “De dentro para fora / De fora para dentro”,  que trás seis artistas importantes para a cena da arte pública com curadoria de Mariana Martins, Baixo Ribeiro e Eduardo Saretta.

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Intervenção Fotográfica

Nov 20 2009 Published by Eduardo Uzae under Evento,Intervenções,Notícias

No último dia 18, na III Semana de Fotografia de Recife aconteceu uma Intervenção Urbana com Marcelo Lyra e Tonho Ceará, na calçada do Teatro Maurício de Nassau. Pedestres puderam ser fotografados por Tonho Ceará, em uma máquina fotográfica lambe-lambe, e depois as imagens foram escaneadas e projetadas por Marcelo Lyra.

[Foto: Beto Figueiroa | Canal03] Fonte

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Você já jogou um chiclete no chão?

Nov 20 2009 Published by Eduardo Uzae under Intervenções,Notícias

O que você faz com o seus chicletes já mascados? Certamente muitas pessoas não vão afirmar que simplesmente os jogam na rua! Alguns certamente os apertam embaixo de cadeiras e mesas (isso é fato). Basta freqüentar alguma região onde exista algum público que sempre está mascando um ‘chiquetinho’ que você perceberá as marcas pelo chão (isso se não de deparar com alguém tentando tirar o chiquete do sapato). Continue Reading »

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Dos muros da cidade para as salas do Masp

Nov 18 2009 Published by Eduardo Uzae under Evento,Exibições,Notícias

A partir da próxima sexta (20), frequentadores assíduos do Masp terão uma supresa: agora, a mesma arte que consagrou a dupla osgemeos, o grafite, ganhará espaço dentro do ambiente conservador do principal museu da cidade.

A exposição De Dentro Para Fora/De Fora Para Dentro ocupará o Hall Cívico e o mezanino do Masp com seis murais e outras instalações interativas feitos especialmente para a mostra.

Os visitantes terão contato, por meio de murais, telas, fotografias e vídeos, com as obras dos grafiteiros Carlos Dias, Daniel Melim, Ramon Martins, Stephan Doitschinoff, Titi Freak e Zezão, principais artistas contemporâneos que começaram suas carreiras com intervenções urbanas e que hoje expõem sua produção em galerias nacionais e internacionais.

A interatividade fará com que o museu seja tomado por corredores e bancos para o público se sentar. Em uma sala, os visitantes poderão deixar sua própria contribuição: todos poderão escrever nas paredes do cômodo.

Os arquitetos Baixo Ribeiro e Mariana Martins, junto com o historiador Eduardo Saretta, são os curadores da exposição.l Masp (tel. 3251 5644). Terça a domingo. R$ 15.

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Projeto moderniza malha ferroviária da Região Metropolitana de BH

Nov 18 2009 Published by Eduardo Uzae under Evento,Notícias

Belo Horizonte, MG – O projeto de um dos principais investimentos em infraestrutura ferroviária de Minas Gerais foi celebrado nesta terça-feira, dia 17, no Ministério dos Transportes, em Brasília, pelo Governo Federal e pela Vale, em evento que contou com a presença do prefeito Marcio Lacerda.

O empreendimento, denominado Modernização do Contorno Ferroviário de BH, prevê importantes intervenções urbanas na capital e na região metropolitana. Os investimentos preliminares em infraestrutura urbana, que totalizam R$ 137,5 milhões, vão beneficiar 250 mil pessoas em dez bairros.

Além de facilitar a circulação de veículos e pedestres, o programa tem como objetivo reduzir as interferências da ferrovia nos bairros, eliminar as passagens de nível com a construção de três passarelas, três viadutos rodoviários, dois viadutos ferroviários e uma trincheira. Outro importante benefício do projeto é a construção de áreas verdes e de lazer em locais próximos à nova faixa de domínio, bem como o prolongamento da rua Souza Aguiar, no bairro São Geraldo, em Belo Horizonte.

“Esse acordo celebrado hoje representa uma grande conquista para os moradores da capital e de Sabará. Essa é uma obra de grande alcance econômico e social, que irá beneficiar cerca de 250 mil pessoas, com obras que, além de facilitar a mobilidade de veículos e pedestres, irão também melhorar a segurança daquelas famílias que moram ao longo das ferrovias, com a construção de viadutos, passarelas e áreas de lazer”, disse o prefeito.

As intervenções entre os bairros Horto, em Belo Horizonte, e General Carneiro, em Sabará, onde serão retificados e duplicados 8,3 quilômetros de linha férrea, estão previstas no projeto já protocolado no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ainda pode fazer reajustes. Nos períodos de pico da produção, o trecho é utilizado diariamente por 28 composições, carregadas com soja, minério e produtos siderúrgicos, entre outros. As obras tornarão o transporte mais eficiente, facilitando a movimentação de cargas entre as regiões Sudeste e Nordeste e melhorando a ligação entre as ferrovias Centro-Atlântica e Vitória-Minas.

De acordo com o vice-prefeito Roberto Carvalho, a obra muda a cara de grande parte da região Leste. “No início de fevereiro, bairros como São Geraldo, Casa Branca e Santa Inês vão ganhar, em todos os aspectos, com o início das obras. Teremos obras de alcance social incalculável e obras para uma região que há anos sofre com problemas relacionados à linha férrea”, afirmou.

Para o mecânico Carlos Roberto da Silva, morador do Horto, a construção do viaduto vai melhorar o trânsito local e facilitar a mobilidade das pessoas, que hoje têm dificuldade para se locomover por causa dos trilhos. “Além disso, vai diminuir a quantidade de acidentes na região”, disse.

A implantação do projeto começará após a compra de áreas desapropriadas contempladas no empreendimento, da liberação das licenças ambientais e da emissão dos alvarás de obra pela PBH e pela prefeitura de Sabará. O projeto de engenharia, assim como os recursos necessários para a execução das obras, serão de responsabilidade da Vale. O programa, que está sendo realizado em parceria com a Ferrovia Centro-Atlântica, tem previsão de que, após iniciadas, as obras durem aproximadamente 30 meses.

Confira as principais intervenções

Construção de viaduto ferroviário sobre a avenida Itaituba, na região do bairro Horto, em Belo Horizonte, próximo à saída do pátio da Ferrovia Centro-Atlântica;

Construção de viaduto rodoviário ligando a avenida dos Andradas às ruas Souza Aguiar, Guarira, Bounier e Morrinhos, no bairro Caetano Furquim;

Instalação de viaduto ferroviário próximo a Ete da Copasa, com extensão de aproximadamente 150 metros;


Instalação de viaduto rodoviário em substituição à passagem em nível da vila Marzagão, em Sabará;


Construção de uma passagem inferior rodoviária entre o prolongamento da rua Jordão e a rua Futura, no bairro General Carneiro, em Sabará, permitindo melhor acesso ao bairro Nações Unidas;


Instalação de viaduto rodoviário em substituição à passagem em nível da rua Chile, no General Carneiro;


Realocação do Pompéia Futebol Clube, no bairro Horto;


Instalação de passarelas para pedestres ao longo do trecho;

Área de lazer próximo à avenida dos Andradas, em Belo Horizonte;

Revitalização de áreas verdes em Sabará;

Font: http://www.oreporter.com/detalhes.php?id=13915

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Cães Invisíveis – ação de mobilização urbana

Oct 11 2009 Published by Eduardo Uzae under Evento,Notícias

Essa ação de mob urbano (intervenção urbana) foi criada pela Improv Everywere. Esse tipo de  movimento é muito interessante pelo impacto que causa.

“Improv Everywhere causes scenes of chaos and joy in public places. Created in August of 2001, has executed over 85 missions involving thousands of undercover agents. The group is based in New York City”.

Fonte: http://www.radiodelicatessen.com.br/?p=6769

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Karaoke Coral

Oct 06 2009 Published by Eduardo Uzae under Evento,Intervenções,Notícias

Para o Ano da França no Brasil, a artista francesa Camille Henrot é convidada a fazer uma versão brasileira de sua obra “Karaoke Coral”. Amanhã, 7 de outubro, a intervenção urbana Karaoke Coral” convoca os curitibanos a soltarem seus ‘gogós’. O Camille Hernrot convida todos que estiverem passando pela praça Rui Barbosa, entre as 17h e às 22h para interagirem através do canto. Todos poderão cantar canções de amor. A expectativa é de 2 mil pessoas. A instalação de arte contemporânea ainda passará por Porto Alegre dia 9 de outubro no Parque da Redenção das 17h30 as 22h30.

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Histórico

2006 >> A instalação tem a forma de um karaoke. Uma tela led difunde uma imagem gigante de boca que articula canções de amor populares sem que se escute a voz. Coladas à tela, caixas de som propagam uma versão instrumental simplificada da canção. Na frente da tela há uma floresta de microfones que convida os visitantes a participar cantando as músicas, sem a ajuda do texto que desfila num karaoke tradicional, mas guiados pelo movimento dos lábios na grande tela. O que fica dessas canções de amor na memória do público? Elas se revelam aqui sob uma forma de conglomerado de inspirações que se imprimem no espírito dos ouvintes por meio de técnicas como a intensificação e a repetição, técnicas características da comercialização da música e que são também procedimentos mnemônicos, cuja eficácia se torna tema de experimentação.

Mais informações:http://www.karaokecoral.com/

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Grandes sujeiras por conta de Bounty

Oct 06 2009 Published by Eduardo Uzae under Intervenções,Notícias

Derramar líquidos no chão ou na mesa de trabalho sempre gera transtorno. Imagine então um grande copo de café derramado e um picolé gigante que derrete em pleno centro. Não existe melhor forma de atestar o poder de absorção das folhas de papel Bounty do que provocar “grandes derramamentos” (Big Spills).

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E foi isso que a marca fez. Em plena Sétima Avenida, em Nova York, foi provocado um derramamento de café. Mas não era qualquer café, foi realizada uma intervenção urbana com um copo de café com seis pés de altura e com um líquido com aparência e o aroma de um café fresco.

Já em Los Angeles, foi promovida uma intervenção com um picolé gigante caído ao chão. Ao lado das duas intervenções havia uma placa de referência com o seguinte texto: Bounty “Makes small work of BIG spills”. Uma ideia que gera uma experiência inusitada e transforma o posicionamento da marca em uma vivência memorável. Essa foi a estatégia de guerrilha usada pela Agência Publicis.


Fonte:
http://promoview.com.br/canais/grandes-sujeiras-por-conta-de-bounty/

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A cruzada cinzenta de Kassab

Sep 21 2009 Published by Eduardo Uzae under Intervenções,Notícias

SÃO PAULO - o episódio recente em que a prefeitura de São Paulo apagou os grafites e pichações dos muros da Avenida 23 de Maio, pintando-os de cinza, revela a tendência maníaca por ordem que caracteriza a gestão Gilberto Kassab. Tendência que resulta mais de moralismo do que de inteligência. É a mesma tendência que recentemente espalhou nas ruas um monte de ilhas e/ou blocos de concreto que “disciplinam” os cruzamentos, estreitando as passagens e obrigando os motoristas a seguir e dobrar as esquinas da “maneira correta”, dificultando o fluxo do tráfego em nome da ordem e dos bons costumes no trânsito e de uma aparência de cidade bem cuidada. Pode ser inteligente em termos eleitorais, mas não como solução prática, pois além de atrapalhar, o custo dessas ilhas poderia ser aplicado, por exemplo, na limpeza da cidade, que está longe de ser exemplar.

O prefeito Kassab notabiliza-se por investir grandes esforços em ações com a aparência da cidade. A lei que removeu as propagandas, placas e luminosos das paredes, fachadas de lojas, bares etc. teve um enorme impacto na cidade e deu muitos pontos ao prefeito. O impacto foi positivo, pois a cidade recuperou os contornos de uma fisionomia que estavam ocultos, soterrados por pesado lixo visual. Mas também trouxe perdas, já que privar São Paulo do brilho colorido dos neons, típica de grandes centros urbanos, é um tanto cruel.

Basta pensar na Times Square em Nova York, ou Piccadily Circus em Londres, ou Tokio. Com a lei, uma visualidade muito característica nossa se perdeu. É o caso da popular loja de sapatos Zapata, na Duque de Caxias, que tinha um imenso luminoso de neon com letras gigantes sobre uma fachada de perfilados de alumínio tão típica nossa. A retirada trouxe à luz a arquitetura do prédio (sem graça, diga-se) e um silêncio visual confortável, mas empobreceu e entristeceu aquela esquina. Talvez a lei devesse ser flexível, e permitir os neons em certos lugares (como em Londres e Nova Yorque, aliás). Acontece que aqui as leis são aplicadas sem bom senso. Creio se tratar de uma dificuldade em viver com regras, sem que para isso seja necessária a proibição total. É a proibição ou o vale-tudo.

Vivemos uma onda proibitiva sem precedentes em São Paulo. Só que essas proibições não atingem o vale-tudo das leis de zoneamento, uma questão crucial, e enquanto a prefeitura pinta de cinza muros com grafites ou constrói irritantes ilhotas nos cruzamentos, bairros como a Vila Romana, onde moro, estão sendo completamente transfigurados pela voracidade imobiliária, com incessantes construções de prédios de apartamentos que em pouco tempo tornarão este simpático bairro num inferno sem sol, sem gente andando pelas ruas – só carros – de trânsito pesado sem escoamento possível, dificuldade para estacionar e medo da violência. Para impedir esse verdadeiro crime urbano bastaria que o bom senso regulasse o crescimento da cidade, estipulando regras de construção adequadas (determinando, por exemplo, a altura máxima dos edifícios) e porcentagens razoáveis de reocupação, em vez da proibição pura e simples.

Quanto aos grafiteiros e pichadores, no ano passado houve dois episódios envolvendo ações coletivas que merecem consideração. Um na escola de Belas Artes e outro na Bienal. Em ambos os casos a ação foi violenta, truculenta e oportunista, explorando o evento com o simples propósito de autopromoção mediante argumentos capengas, se justificando com pseudo-conceitos como “questionamento dos limites da arte” e “liberdade de expressão”, supostamente pertinentes numa discussão e num espaço “de arte”. E a suposta posição de “vítimas do sistema” caía no ridículo do jogo de cartas marcadas da ação, da esperada repressão e a consequente repercussão na mídia (e o pior é que a estúpida e absurda prisão de uma pichadora dava consistência a essa posição de vítima). Essas ações deturpavam o próprio sentido das pichações como intervenções urbanas.

Muito diferente é ver a lateral cega de um prédio novinho, branquinho, marcado com aquela curiosa tipografia das pichações. Vandalismo, sem dúvida, mas ali eu vejo também um caráter subversivo divertido, manifestação de uma cultura urbana adolescente genuína e espontânea. Algumas são verdadeiras proezas. Devem ser naturalmente proibidas, mas já ouvi que, para os pichadores, sem a adrenalina proporcionada pela proibição não teria graça. Mas no caso dos belos grafites nos muros da 23 de Maio – uma via expressa árida – francamente, ali me parece o lugar mais adequado possível para eles e não há razão para proibi-los.

Mas Kassab viu uma oportunidade de empreender sua cruzada cinzenta. Cruzada que também se manifesta nas obras das calçadas da Paulista, onde mais de cem árvores foram simplesmente retiradas! Será que é para não precisar varrer as folhas secas que “sujam” as calçadas? Falta massa cinzenta para esses amantes do cinza que tem em Kassab um fiel representante. Viva os grafites, viva os neons, viva Zapata!

*Artista plástico

Fonte: Estadão

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