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	<title>Intervencao Urbana</title>
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		<title>Automobilismo nos muros</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 00:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Binho Ribeiro levará a street art para São Paulo com grafite incentivado pela Raízen São Paulo, 18 de novembro de 2011 - Um dos principais nomes ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><em>Binho Ribeiro levará a street art para São Paulo com grafite incentivado </em><em>pela Raízen</em></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1464" title="DSC00049" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/DSC000492.jpg" alt="" width="613" height="135" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>São Paulo, 18 de novembro de 2011 -</strong> Um dos principais nomes da <em>street art </em>mundial, Binho Ribeiro, estampará os muros da rua 23 de Maio, em São Paulo, com uma homenagem ao automobilismo. O desenho, patrocinado pela marca Shell, inclui um grafite arrojado de uma réplica da Ferrari para a Fórmula 1 e deverá ser finalizado em 21 de novembro, na semana do GP Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Binho Ribeiro é um dos pioneiros deste tipo de arte no Brasil e na América Latina e trabalha para a disseminação da cultura de rua. Seus desenhos contam com um apelo singular de expressão e já foram estampados em embalagens e em campanhas publicitárias de outras marcas famosas.<br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Grafite incentivado</strong></p>
<p><strong>Datas</strong>:<br />
- 17/11: Separação dos materiais<br />
- 18/11: Limpeza e manutenção do muro para corrigir imperfeições<br />
- 19/11: Pintura das 6hs às 0h<br />
- 20/11: Pintura das 6hs às 0h<br />
- 21/11: Entrega da arte finalizada</p>
<p><strong>Local:</strong> Rua 23 de Maio, sentido aeroporto, próximo ao viaduto da Liberdade</p>
<p><img title="Imagem4" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Imagem4-e1322180400895.jpg" alt="" width="613" height="409" /></p>
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		<title>All City Street Art: arte de rua no iPhone</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 17:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[All City Street Art &#038; Graffiti disponibiliza no seu iPhone um catálogo de artes urbanas em todo o mundo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1448" title="cabecalhoall" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/cabecalhoall.jpg" alt="" width="580" height="176" /></p>
<p style="text-align: justify;">O pessoal da <a href="http://allcitystreetart.com/" target="_blank">All City Street Art</a> lançou em 2010 o <a href="http://itunes.apple.com/us/app/all-city-art/id359211420?mt=8" target="_blank">All City Street Art &amp; Graffiti</a>. O aplicativo para iPhone é um catálogo de arte de rua e grafite com coleção organizada por relevância, data e localização com imagens e artistas de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1449" title="allcity" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/allcity.jpg" alt="" width="580" /></p>
<p style="text-align: justify;">Através do menu, é possível acessar a lista completa de artistas que estão catalogados, navegar pelos mais recentes ou nos mais bem classificados (é possível dar uma avaliação de até 5 estrelas para cada registro). Os registros ainda possuem links para páginas relevantes sobre o artista, localização no mapa e opções como acrescentar comentários, editar informações de uma imagem submetida por outra pessoa ou favoritar. O botão &#8216;Archive Piece&#8217; serve para indicar quando uma determinada arte foi destruída, apagada ou removida da localização atual.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas uma das ferramentas mais legais, principalmente se você é um artista de rua, é a opção de submeter seus próprios registros, de forma a aumentar cada vez mais esse catálogo colaborativo. Lógico que bacana mesmo é manter o padrão e qualidade da informação. Encher o aplicativo de registros fotográficos mas sem o cuidado de manter informações sobre o artista, localização e tudo o mais não será muito útil ao propósito do All City.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">O objetivo desse aplicativo é documentar imagens de street art e graffiti para que outros possam ver, encontrar e compartilhar. As artes enviadas devem estar adquada ao tema e estar em espaços públicos ou locais que possam ser encontrados por todos. Nós adoramos ver o trabalho de artistas de rua e writers locais. All City foi criada como uma plataforma para todos os artistas do gênero. Nós os encorajamos a submeter seus trabalhos e expor suas melhores artes públicas. &#8211; <strong>All City Street Art</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Algumas das avaliações na App Store reclamam de problemas de crashing, onde o app encerra inesperadamente. Por aqui experimentamos o mesmo problema inúmeras vezes na primeira tentativa de acesso. Depois de reiniciar o aparelho uma única vez, o aplicativo passou a funcionar perfeitamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Disponível na <a href="http://itunes.apple.com/us/app/all-city-art/id359211420?mt=8" target="_blank">App Store</a> (incluindo a brasileira), o <a href="http://itunes.apple.com/us/app/all-city-art/id359211420?mt=8" target="_blank">All City Street Art &amp; Graffiti</a>, na data em que esse post é publicado, custa 1,99 dólares (apesar da indicação de 0,99 doláres que consta no site dos caras). Pra gente, vale muito o gasto, o preço é super justo e o aplicativo é bem feito.</p>
<p style="text-align: justify;">#ficadica</p>
<p><a href="http://itunes.apple.com/us/app/all-city-art/id359211420?mt=8" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1450 alignnone" style="border: 0pt none;" title="appstore" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/appstore.jpg" alt="" width="211" height="50" /></a></p>
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		<title>Summer Youth Celebration</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 01:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Coletivos no Bronx reúnem jovens para ensinar arte, música e fotografia e estimula a geração do conteúdo que consomem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">ESTADOS UNIDOS &#8211; A Rebel Diaz Art Collective (RDAC-BX) e a Urban Art Beat, no Bronx, esteve por 7 semanas com jovens de 14 a 24 anos trabalhando com capacitação, organização comunitária, produção de áudio e vídeo, composição e fotografia. A idéia era construir uma comunidade usando abordagem artística para que as crianças deixassem o programa com novas habilidades e confiança em suas capacidades, de forma a canalizar suas forças para criar a mídia que consomem.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 16 de agosto ocorreu uma celebração no Centro Comunitário de Hip Hop Rebel Diaz Arts Collective, no South Bronx, No Summer Youth Celebration a molecada apresentou suas próprias canções e poemas, expuseram suas fotografias e coletaram fundos através de um boletim de 13 páginas com conteúdo próprio e ainda estrearam um curta de 15 minutos com imagens que retratavam a experiência desse verão deles.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/27849294?byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ff0179" frameborder="0" width="580" height="326"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Esse é o primeiro evento entre os que estão programados ainda para esse ano. No <a href="http://www.rdacbx.org/" target="_blank">site da RDAC-BX</a> tem mais informação sobre o programa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>São Paulo regulariza arte urbana patrocinada</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 02:56:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Prefeitura de São Paulo autoriza painéis de grafite, murais e projeções digitais em edifícios públicos e privados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você agora poderá ver, em São Paulo, mais painéis de grafite, murais e projeções digitais. Desde a lei Cidade Limpa, de 2007, que restringiu com rigor a publicidade em espaços externos, não se pensava nessa possibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Edifícios públicos e privados poderão ter suas laterais feiosas adornadas por arte urbana. Só que, para a feitura de cada painel, os custos passam de R$ 20 mil, encarecidos especialmente pelo aluguel das plataformas para a segurança de grafiteiros e muralistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, entra em cena a figura do patrocinador. De acordo com as regras da prefeitura paulistana, as obras não podem fazer menção direta às marcas financiadoras. É permito, porém, a impressão do nome ou da logo do patrocinador, desde que discreta, não excedendo as dimensões de 60x40cm.</p>
<p style="text-align: justify;">A prefeitura diz que não pretende fazer curadoria dos projetos, mas que não deve aprovar os fúnebres e afins, ou seja, aqueles que possam influenciar negativamente o humor dos passantes.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso das projeções digitais –  que serão liberadas com mais facilidade –  as solicitações devem ser feitas com antecedência e a permanência de exposição projetos será reduzida.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1418" title="osgemeos-ahangabaú" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/osgemeos-ahangabaú.jpg" alt="" width="590" /><em>OsGemeos</em></p>
<p style="text-align: justify;">A obra que abriu precedente para a regularização dessas manifestações, aproveitando-se de buracos legislativos, foi o mural gigante da dupla Osgemeos no Anhangabaú, região central de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daí, dois outros paineis foram aprovados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano, uma de Daniel Melim e outra de Eduardo Kobra, localizados nas avenidas Prestes Maia e Tiradentes, respectivamente.</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-1419" title="EduardoKobra---av-tiradentes" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/EduardoKobra-av-tiradentes.jpg" alt="" width="590" /><em>Eduardo Kobra</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1420" title="daniel-melim---33m---av-prestes-maia" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/daniel-melim-33m-av-prestes-maia.jpg" alt="" width="590" /><em>Daniel Merlim</em></p>
<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.zupi.com.br/index.php/site_zupi/view/saeo_paulo_regulariza_arte_urbana_patrocinada/" target="_blank">Zupi</a></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Exposição de arte &#124; Kaapora</title>
		<link>http://www.intervencaourbana.com.br/blog/?p=1399</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 19:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A QAZ Galeria de Arte apresenta a mais recente produção do jovem artista plástico Fernando Chamarelli na exposição “KAAPORA”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;">A QAZ Galeria de Arte apresenta a mais recente produção do jovem artista plástico Fernando Chamarelli na exposição “KAAPORA”, palavra tupi-guarani que significa “quem ou aquilo que vive na mata”.</p>
<p style="text-align: justify;">O universo pictórico de Chamarelli é povoado por uma mistura de imagens de civilizações pré- colombianas e cultura popular brasileira unidos por uma pesquisa gráfica contemporânea bem colorida e repleta de técnica.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamarelli é mais conhecido no exterior que no Brasil tendo participado de mostras individuais e coletivas em importantes galerias de arte urbana nos EUA, Alemanha, Canadá, México e Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">- INTOXICATED DEMONS GALLERY / Berlim / Alemanha<br />
- SHOW &amp; TELL GALLERY / Toronto / Canadá<br />
- ANNO DOMINI GALLERY / San Jose / California / EUA<br />
- LONDON MILES GALLERY / Londres / Reino Unido<br />
- Atualmente expõe na THINKSPACE GALLERY / Los Angeles / EUA</p>
<p style="text-align: justify;">Fernando Chamarelli é designer gráfico formado pela UNESP, ilustrador e artista plástico autodidata. Começou desenhando HQs, caricaturas e retratos realistas. Mais tarde envolveu-se com a tatuagem e a arte de rua até chegar nas pinturas em 2007.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1401" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Captura-de-Tela-2011-08-21-às-16.40.08.png" alt="" width="590" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1402" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Captura-de-Tela-2011-08-21-às-16.40.30.png" alt="" width="590" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1407" title="o-sopro72-696x1024" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/o-sopro72-696x1024.jpg" alt="" width="590" /></p>
<div>
<p><strong>Exposição de arte “Kaapora”<br />
</strong><strong>Mostra individual:</strong> Fernando Chamarelli</p>
<p><strong>Local:</strong> QAZ Galeria de Arte / São Paulo</p>
<div>
<p><strong>Abertura:</strong> 01 de setembro de 2011 das 14h às 21h</p>
<p><strong>Visitação:</strong> 02 a 30 de setembro<br />
Qua a Sex: 14h às 20h / Sábado: 10h às 14h<br />
Seg e Ter: visita com hora marcada (11 8310-2603)</p>
<p><strong>Apoio cultural: </strong><a href="http://www.ameestudio.com.br/" target="_blank">AME Estúdio Design</a></p>
</div>
</div>
<div>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>QAZ Street Art / Galeria de Arte e Produção Cultural<br />
Rua Mato Grosso, 306 – lj. 09/térreo (prédio do Fleury)<br />
Higienópolis/São Paulo – cep 01239-040</p>
<p>tel: +55 11 2114-6697<br />
cel: +55 11 8310-2603</p>
<p>Aceita VISA, Mastercard e ELO<br />
Estacionamento pago no edifício</p>
<p>Curador e proprietário: Jordons Francisco<br />
qaz@qazstreetart.com</p>
</div>
</div>
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		</item>
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		<title>MASP receberá exposição de arte urbana</title>
		<link>http://www.intervencaourbana.com.br/blog/?p=1425</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 03:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu de Arte de São Paulo (MASP) recebe a exposição 'De Dentro e De Fora' a partir do dia 17 de agosto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apesar de os artistas urbanos virem apresentando trabalhos cada vez mais refinados, ainda há quem ache que essa arte não passa de depredação do patrimônio público e de apropriação indevida do espaço. Essa mentalidade, porém, vem mudando graças a iniciativas como a exposição &#8220;De Dentro para Fora/ De Fora para Dentro&#8221; que, em sua segunda edição, chega ao Masp com obras de oito artistas renomados na arte urbana mundial. Durante um mês, eles usaram a área de dentro e de fora do museu como base e ateliê para grafite, fotografia, vídeo, escultura, pintura, muralismo, colagem e instalações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2009, a mostra, que só tinha artistas brasileiros, atraiu mais de 140 mil visitantes. Esse ano, para apresentar novidades, apenas estrangeiros foram convidados. Participam os franceses Remed, JR e Invader, o tcheco Point, os argentinos Tec, Defi e Chu e a norte-americana Swoon.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Baixo Ribeiro, um dos curadores da exibição, os profissionais foram escolhidos por terem identidade visual forte e linguagem jovem. &#8220;O trabalho deles desconstrói a ideia de que a arte tem lugar certo para estar&#8221;, diz. &#8220;Na verdade, eles transformaram o museu e o entorno dele numa só obra de arte&#8221;, completa. Alguns artistas, inclusive, até extrapolaram os limites ao redor. Swoon, por exemplo, espalhou obras pelos bairros de Pinheiros, Sumaré e Vila Madalena.</p>
<p style="text-align: justify;">A artista norte-americana, um dos destaques do evento, tem a carreira promissora marcada por discussões sociais. Em 2009, ela construiu abrigos no Haiti, a partir de uma técnica de adobe (tipo de tijolo de barro) moldado em grandes sacos de plástico. Com a ajuda das comunidades, Swoon acabou montando casas que se assemelhavam a esculturas, mudando a paisagem urbana da capital Porto Príncipe.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro nome de peso é Invader, que já escondeu intervenções urbanas em 22 cidades da Europa e distribuiu mapas para que as pessoas pudessem encontrá-las. O artista utiliza a técnica do mosaico e o jogo de videogame Space Invader como base de seu trabalho. Ele recria o mapa das cidades, apontando todas as suas interferências como o roteiro de um jogo que envolve a geografia local. As obras dele, aliás, já estão espalhadas por São Paulo. &#8220;Levamos o artista para visitar o cemitério de azulejos e ele se encantou com os decorados&#8221;, conta Ribeiro. &#8220;Acabou usando esse material nas intervenções que pulverizou&#8221;, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também quem já tenha uma ligação com o Brasil. JR, outro participante, esteve no Rio de Janeiro em 2009. Lá, fez intervenções nos Arcos da Lapa e no Morro Dona Marta. No último, retratou os olhos das mulheres mais atuantes da comunidade em grandes fotos coladas nas paredes dos barracos. O artista também foi o responsável por uma das exposições mais controversas de 2007. Ele expôs, ilegalmente, retratos em grandes dimensões de israelenses e palestinos, frente a frente, em oito cidades palestinas e israelenses. Ribeiro aprova o estado de espírito: &#8220;É esse tipo de audácia, da arte conversando com a rua, que mostraremos. Todo museu deve abrir-se para as sensibilidades do seu tempo, não apenas para o jeito de fazer arte já consagrado&#8221;. As informações são do <strong>Jornal da Tarde.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De Dentro para Fora/ De Fora para Dentro</strong> - De hoje a 23/12. De 3ª a domingo e feriados, das 11h às 18h. Masp (Avenida Paulista, 1578). Tel. (011) 3251-5644. R$ 15 e R$ 7 ( meia). Até 10 anos e acima de 60: grátis. Classificação livre.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://br.noticias.yahoo.com/mostra-arte-urbana-reúne-obras-8-artistas-masp-134000633.html" target="_blank">Yahoo.com</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que tá rolando de novo?</title>
		<link>http://www.intervencaourbana.com.br/blog/?p=1380</link>
		<comments>http://www.intervencaourbana.com.br/blog/?p=1380#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 01:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.intervencaourbana.com.br/blog/?p=1380</guid>
		<description><![CDATA[A QAZ Galeria de Arte apresenta a mais recente produção de quatro jovens artistas plásticos paulistanos, Apolo Torres, Cranio, Rage e Ricardo Pennino, que experimentam ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1382" title="O que tá rolando de novo?" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Convite-o-q-ta-rolando.jpg" alt="" width="570" /></p>
<p style="text-align: justify;">A QAZ Galeria de Arte apresenta a mais recente produção de quatro jovens artistas plásticos paulistanos, Apolo Torres, Cranio, Rage e Ricardo Pennino, que experimentam sua criatividade tantos nas ruas quanto em suportes tradicionais.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Muros, calçadas e outros espaços públicos recebem a mesma atenção que telas e papéis na procura pela expressão artística.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira, a QAZ Galeria de Arte, não segue os padrões tradicionais das galerias tipo “cubo branco”. Com paredes rústicas, tubulações aparentes e localizada em um prédio de consultórios médicos em Higienópolis/São Paulo, a QAZ tem como objetivo tentar materializar uma ponte entre a arte em espaços públicos e o circuito convencional de arte.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os artistas tem formação acadêmica ou autodidata em comunicação visual e/ou design gráfico e suas temáticas tem forte influência do universo pop com raízes na cultura brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ricardo Pennino</strong> começou estudando Ciências Biológicas mas as forças artísticas foram maiores. Atuou como assistente de artistas famosos, ilustrador, pintor de cenários em quase todas as áreas de expressão visual. Ricardo também faz pesquisas sobre as relações corpo-espaço, unindo dança e pintura. Nesta mostra apresenta pinturas de grande formato e cores vibrantes.</p>
<p><img class="size-full wp-image-1385 alignnone" title="pennino" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/pennino.jpg" alt="" width="570" height="421" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rage</strong> (Renato Oliveira) é o mais novo da turma e está iniciando suas pesquisas em intervenções urbanas super criativas que são “grandes sacadas”. Suas teias de aranha feitas de barbantes podem ocupar lugares abandonados pelas autoridades municipais ou salientar nossa distância da natureza quando sobem pelas árvores em praças públicas. Atualmente, tem um vídeo em exibição no importante FILE 2011 (<a href="http://vimeo.com/20259551" target="_blank">http://vimeo.com/20259551</a>). Nesta exposição apresenta suas caixas de remédio gigantes que curam algumas das piores doenças da sociedade.</p>
<p><img class="size-full wp-image-1386 alignnone" title="rage" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/rage.jpg" alt="" width="570" height="428" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cranio</strong> é bastante conhecido pelos paulistanos por seus índios azuis que ocupam muros e becos sempre em cenas inusitadas e carregadas de crítica social sem esquecer o bom humor. Grafiteiro desde 1998, Fábio Oliveira, já participou de várias exposições e eventos por todo o Brasil. Em exposição telas recentes com seus personagens preferidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="cranio" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/cranio.jpg" alt="" width="570" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apolo Torres</strong> tem um trabalho bastante poético e vibrante onde estão sempre presentes as melhores técnicas de desenho e pintura, que aprendeu como ilustrador, artista plástico e grafiteiro. Suas pinturas revelam e extraem beleza das dificuldades da vida urbana como inundações e abandono. Na QAZ, Apolo exibe telas e desenhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="apolotorres" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/apolotorres.jpg" alt="" width="570" /></p>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exposição de arte “O que tá rolando de novo?”<br />
</strong><strong>Mostra coletiva:</strong> Apolo Torres, Cranio, Rage, Ricardo Pennino</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Local:</strong> QAZ Galeria de Arte / São Paulo</p>
<div>
<p><strong>Abertura:</strong> 16 de agosto de 2011 das 14h às 21h</p>
<p><strong>Visitação:</strong> 17 a 30 de agosto<br />
Qua a Sex: 14h às 20h / Sábado: 10h às 14h<br />
Seg e Ter: visita com hora marcada (11 8310-2603)</p>
<p><strong>Apoio cultural: </strong><a href="http://www.ameestudio.com.br" target="_blank">AME Estúdio Design</a></p>
</div>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">QAZ Street Art / Galeria de Arte e Produção Cultural<br />
Rua Mato Grosso, 306 &#8211; lj. 09/térreo (prédio do Fleury)<br />
Higienópolis/São Paulo &#8211; cep 01239-040</p>
<p>tel: +55 11 2114-6697<br />
cel: +55 11 8310-2603</p>
<p>Aceita VISA, Mastercard e ELO<br />
Estacionamento pago no edifício</p>
<p>Curador e proprietário: Jordons Francisco<br />
qaz@qazstreetart.com</p>
</div>
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		<title>Walls Notebook, você mais próximo de ser um artista de rua</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 11:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro Walls Notebook pode ser usado como um livro de notas ou como sketchbook e inclui 80 fotos de muros e outras superfícies em ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1369" title="walls-notebook-1-550x343" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/walls-notebook-1-550x343.jpg" alt="" width="570" /></p>
<p style="text-align: justify;">O livro Walls Notebook pode ser usado como um livro de notas ou como sketchbook e inclui 80 fotos de muros e outras superfícies em branco em NY. Dá pra soltar a imaginação e escrever, desenhar e colar nesses muros. Criação da Think Off The, os caras descrevem  o Walls Notebook como sendo &#8220;um passo mais próximo de ser o artista de rua que você sempre quis ser&#8230; tirando a parte da cadeia&#8221;. rs</p>
<p>Divertido e inspirador.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1377" title="walls-notebook-3-550x343" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/walls-notebook-3-550x343.jpg" alt="" width="570" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1371" title="walls-notebook-5-550x343" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/walls-notebook-5-550x343.jpg" alt="" width="570" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1372" title="walls-notebook-6-550x343" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/walls-notebook-6-550x343.jpg" alt="" width="570" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1373" title="walls-notebook-2-550x343" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/walls-notebook-2-550x343.jpg" alt="" width="570" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1378" title="walls-notebook-7-550x343" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/walls-notebook-7-550x343.jpg" alt="" width="570" /></p>
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		<title>I am Braziliality: paulistana organiza mostra de arte urbana em Londres</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 23:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO - Exposição conta com artistas que já moraram em São Paulo e fica em cartaz até 30 de agosto.  Arte brasileira: barraca de caipirinha ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>SÃO PAULO - Exposição conta com artistas que já moraram em São Paulo e fica em cartaz até 30 de agosto.</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1325 aligncenter" title="braziliality-caipirinha" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/braziliality-caipirinha.jpg" alt="" width="580" /> Arte brasileira: barraca de caipirinha também agradou os visitantes da mostra</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro fim de semana da maior exposição brasileira de arte alternativa em Londres já tinha superado as expectativas da curadora, a paulistana Bianca Turner, 26 anos, pelo grande número de visitantes. Estar entre as melhores estreias da <strong>Time Out</strong> inglesa foi só a confirmação do sucesso. Não que precisasse… O evento<strong>I am Braziliality</strong> começou no dia 29 de julho nas dependências internas e externas da Forman’s Smokehouse Gallery, como parte do festival de arte mais alternativo da cidade, o <strong>Hackney Wicked Festival</strong>, que aconteceu em diversas ruas do leste londrino.</p>
<p style="text-align: justify;">Não foi por acaso que os 40 artistas – entre brasileiros e europeus com trabalhos inspirados no Brasil – se apresentaram ali. A galeria fica em frente ao estádio oficial das Olímpiadas de 2012 e Bianca, que também é coordenadora de eventos do Braziliality – organização fundada por sua sócia, Alícia Bastos, 31, que promove todo mês exposições de brasileiros em Londres -, conta que foi o próprio galerista quem as convidou para fazer o “I am Braziliality” lá. “Ele foi a algumas das nossas exposições mensais, gostou e disse que queria fazer uma contagem regressiva simbólica das Olimpíadas daqui, relacionando com o Brasil, por ser o próximo país a sediar os jogos. Nós topamos e aproveitamos a ocasião para celebrar o aniversário de três anos do Braziliality.” Elas tiveram apenas dois meses para organizar tudo e praticamente sem dinheiro. Mais brasileiro que isso, só o carnaval. “Como o evento estava em cima da hora, não conseguimos patrocínio”, conta Bianca, cenógrafa formada pela Central Saint Martins College Art and Design, em Londres, onde mora há quatro anos. “Mas superou minhas expectativas. Eu conhecia bem cada trabalho, mas é diferente quando você reúne todos. Foi surpreendente ver como os trabalhos de 17 artistas fizeram sentido juntos e ficaram harmônicos dentro da galeria.”</p>
<p><img class="size-full wp-image-1326 alignnone" title="braziliality-bianca" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/braziliality-bianca.jpg" alt="" width="580" height="464" /><br />
Bianca Turner e a sócia Alícia Bastos (de chapéu). Fotos: Azul Serra/Divulgação</p>
<p style="text-align: justify;"> A paulistana<strong> Gabriela Dworecki</strong>, de 29 anos, em Londres há três, está dentre os artistas que se apresentaram na parte interna da Forman’s Smokehouse Gallery. Na noite abertura, ela incorporou sua faceta VJ e mostrou aos 400 convidados uma <a href="http://vimeo.com/27332814" target="_blank">coleção de clips brasileiros </a>que misturava cenas de documentários, animação, street art e clássicos do cinema como “O Pagador de Promessas”, “Carandiru” e filmes de pornochanchada. “Foi um deleite fazer esse trabalho. Sinto falta de experimentação e esses são justamente filmes que ousaram”, conta. “Eu geralmente sofro porque acho que as pessoas não prestam atenção no vídeo mas, pelo contrário, as pessoas vinham me perguntar sobre as cenas e os personagens”, diz Gabriela.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Karin Janssen</strong>, 30, também levou personas brasileiras para seu trabalho na galeria. Durante os meses que morou em São Paulo, nos anos de 2006 e 2007, a holandesa radicada em Londres se deu conta de que vivia cercada de travestis. “De repente, comecei a ver travestis em tudo quanto é lugar. Fiquei intrigada pelo forte senso de feminilidade delas e passei a apreciar seu espírito e sua extravagância desinibida.” Até que Karin presenciou uma cena já tão comum ao paulistano: um travesti apanhando na rua de um homem enquanto um grupo, ao redor, fazia piadas, em vez de ajudar. “Ela estava usando um minivestido branco com o que eu pensava serem flores vermelhas estampadas. Mas, para meu espanto, eram manchas de sangue.” Karin conta que passou dias confusa com o que tinha testemunhado e começou a desenhar para refletir sobre aquilo. Daí, surgiu a série de desenhos “Red Flowers”.</p>
<p style="text-align: center;"><img title="Braziliality-travestis" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Braziliality-travestis.jpg" alt="" width="580" height="757" /><br />
<em>Obra da série &#8216;Red Flowers&#8217;, de Karin Janssen</em></p>
<p style="text-align: justify;">O alemão <strong>Ben Neuman</strong>, de 29 anos, é outro europeu cujo trabalho exposto na galeria retrata a metrópole paulistana, na qual morou entre 2008 e 2010 e pretende se mudar de vez ainda este ano. “Nunca tinha conhecido pessoas tão bacanas, gentis e carinhosas num mesmo lugar, como em São Paulo. E isso, apesar de ser a mais nervosa e caótica cidade que já vi na vida. Mas eu me apaixonei.” A série de fotos de Neuman se chama “Panorama de São Paulo” e dá a visão do fotógrafo para lugares como a Avenida do Estado, a Radial Leste e a Rua Alvarenga. “Meu trabalho mostra visões panorâmicas de lugares que turistas geralmente não vêem, embora sejam pontos que os habitantes locais facilmente reconhecem, principalmente passando de carro, já que estão mais próximos das grandes avenidas.” Já o paulistano <strong>Azul Serra</strong>, 28, acredita que, em suas cinco fotos expostas, a brasilidade esteja implícita, embora o conjunto não necessariamente remeta ao Brasil. “Mas a foto principal, das sombras, foi feita na favela M’Boi Mirim. É a mais forte e a de que ouvi mais comentários também”, diz o diretor de fotografia, que mora há quatro anos em Londres.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1328 alignnone" title="braziliality-Azul" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/braziliality-Azul.jpg" alt="" width="580" height="875" /><br />
<em>Foto do artista Azul Serra</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-large wp-image-1329 aligncenter" title="braziliality-SP-Rua-Alvarenga_001" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/braziliality-SP-Rua-Alvarenga_001-1024x116.jpg" alt="" width="580" />Panorama de São Paulo &#8211; A rua Alvarenga, obra do alemão Ben Neumann</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1330 aligncenter" title="braziliiality-batalhagrafite" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/braziliiality-batalhagrafite.jpg" alt="" width="580" />Os grafiteiros Prozak (à esq.) e Pedro Vicente &#8211; ao fundo, muro pintado durante a &#8220;batalha do grafite&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Se os 400 convidados da festa de abertura já foram motivo de festa – e como a caipirinha era gratuita, festa aqui vai além do sentido metafórico –, as duas mil pessoas (pela contagem de apenas uma das duas entradas) que passaram por lá no fim de semana deixaram a organização e os artistas bastante satisfeitos. Entre as performance ao vivo, houve uma batalha de grafite entre ingleses e brasileiros e uma ilustração no chão dos paulistanos <strong>Milo Tchais</strong>, 29 anos, e Celso Bombonati, 36, mais conhecido como <strong>Prozak</strong>, e o inglês Stik, 32. Das duas às seis da tarde, munidos de latas de tinta acrílica , rolo de parede e spray eles se revezaram na criação de uma gigante e coletiva arte/protesto. “Nosso trabalho é bastante colorido, usamos cor flúor para denunciar a radioatividade que existe no subsolo desta área e de que ninguém fala, nem mesmo a imprensa”, explica Tchais, que mora há 11 anos em Londres. Em tour pela Europa, para mostrar seu trabalho em países como Barcelona, Paris, Berlim e Polônia, – o grafiteiro Prozak conta que sua arte nunca é meramente decorativa já que propõe uma visão crítica da sociedade. Por isso topou participar do evento mesmo sem conhecer o artista inglês, que já pintava com Tchais. “Stik nos contou que todos da área sabem sobre o problema radioativo mas ninguém fala nada, então quisemos fazer uma denúncia.” Esta foi a segunda vez que o londrino Stik expôs por meio do Braziliality. “Acho que há similaridade entre minha arte e o Brasil, ambos são emocionais, sutis, fluidos e femininos”, fala o artista de 32 anos. Talvez bastasse falar sobre o descaso com a saúde pública (a radioatividade, neste caso inglês) e ficaria ainda mais clara a semelhança. Street art de qualidade, som ao vivo, pessoas dançando. Misturasse isso ao sol forte do fim de semana, à cerveja brasileira e à capirinha a doze reais (cinco libras), e você quase podia jurar que estava em São Paulo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1331 aligncenter" title="Braziliality-pintura" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Braziliality-pintura.jpg" alt="" width="580" />Pintura feita pelos brasileiros Milo Tchais e Prozak e o inglês Stik</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://epocasaopaulo.globo.com/cultura/i-am-braziliality-paulistana-organiza-mostra-de-arte-urbana-em-londres/" target="_blank">Época São Paulo</a></p>
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		<title>Prefeitura valoriza o grafite de Vitória Conquista</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 01:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[BAHIA - Com a proposta de modificar o cenário urbano de Vitória da Conquista, a Prefeitura Municipal transformou o muro da Central de Equipamentos/Deserg em um ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">BAHIA - Com a proposta de modificar o cenário urbano de Vitória da Conquista, a Prefeitura Municipal transformou o muro da Central de Equipamentos/Deserg em um espaço aberto para a intervenção de grafiteiros que utilizam a arte para conscientizar os cidadãos e para contribuir na transformação da realidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1361" title="secompmvc_grafite4" src="http://www.intervencaourbana.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/secompmvc_grafite4.jpg" alt="" width="580" /><br />
“Valorizamos o grafiteiro e consideramos que essa linguagem artística desempenha também uma função educativa na comunidade, pois as intervenções são instrutivas e despertam a consciência da população”, declarou o coordenador municipal de Eventos, Nagib Barroso.</p>
<p style="text-align: justify;">A ação está atrelada a outros conceitos como educação no trânsito, mobilidade urbana e acessibilidade. São ideias como essas que motivam o grafiteiro Alan Santos, 31, conhecido como Grandão, a se empenhar neste trabalho: “O grafite causa impacto, é ativismo politico. Estamos integrados aos grandes temas”.</p>
<p style="text-align: justify;">A integração entre expressões artísticas, valorização do espaço urbano e promoção de desenvolvimento social através da conscientização e da crítica coloca Vitória da Conquista na vanguarda das cidades que souberam unir desenvolvimento socioeconômico sem se esquecer da civilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arte Urbana</strong> - O grafite brasileiro é reconhecido como um dos melhores do mundo e traz particularidades em seus traços e nas ideias que expressa. Sempre presentes no espaço público, ele deixa cada vez mais a marginalização e ocupa um espaço legitimo nos grandes centros.</p>
<p style="text-align: justify;">A concepção de arte se modifica de acordo com o contexto histórico-social no qual as obras estão inseridas. Em nossos dias, pensar no artístico como algo presente apenas nos museus, para a contemplação passiva das pessoas, já não é mais possível: a arte está na experiência com o cotidiano, fruto da relação do ser humano com a obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.pmvc.com.br/v1/pmvc.php?pg=noticia&amp;id=7305" target="_blank">Prefeitura de Vitória da Conquista</a></p>
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