Karaoke Coral

Oct 06 2009

Para o Ano da França no Brasil, a artista francesa Camille Henrot é convidada a fazer uma versão brasileira de sua obra “Karaoke Coral”. Amanhã, 7 de outubro, a intervenção urbana Karaoke Coral” convoca os curitibanos a soltarem seus ‘gogós’. O Camille Hernrot convida todos que estiverem passando pela praça Rui Barbosa, entre as 17h e às 22h para interagirem através do canto. Todos poderão cantar canções de amor. A expectativa é de 2 mil pessoas. A instalação de arte contemporânea ainda passará por Porto Alegre dia 9 de outubro no Parque da Redenção das 17h30 as 22h30.

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Histórico

2006 >> A instalação tem a forma de um karaoke. Uma tela led difunde uma imagem gigante de boca que articula canções de amor populares sem que se escute a voz. Coladas à tela, caixas de som propagam uma versão instrumental simplificada da canção. Na frente da tela há uma floresta de microfones que convida os visitantes a participar cantando as músicas, sem a ajuda do texto que desfila num karaoke tradicional, mas guiados pelo movimento dos lábios na grande tela. O que fica dessas canções de amor na memória do público? Elas se revelam aqui sob uma forma de conglomerado de inspirações que se imprimem no espírito dos ouvintes por meio de técnicas como a intensificação e a repetição, técnicas características da comercialização da música e que são também procedimentos mnemônicos, cuja eficácia se torna tema de experimentação.

Mais informações:http://www.karaokecoral.com/

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Grandes sujeiras por conta de Bounty

Oct 06 2009

Derramar líquidos no chão ou na mesa de trabalho sempre gera transtorno. Imagine então um grande copo de café derramado e um picolé gigante que derrete em pleno centro. Não existe melhor forma de atestar o poder de absorção das folhas de papel Bounty do que provocar “grandes derramamentos” (Big Spills).

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E foi isso que a marca fez. Em plena Sétima Avenida, em Nova York, foi provocado um derramamento de café. Mas não era qualquer café, foi realizada uma intervenção urbana com um copo de café com seis pés de altura e com um líquido com aparência e o aroma de um café fresco.

Já em Los Angeles, foi promovida uma intervenção com um picolé gigante caído ao chão. Ao lado das duas intervenções havia uma placa de referência com o seguinte texto: Bounty “Makes small work of BIG spills”. Uma ideia que gera uma experiência inusitada e transforma o posicionamento da marca em uma vivência memorável. Essa foi a estatégia de guerrilha usada pela Agência Publicis.


Fonte:
http://promoview.com.br/canais/grandes-sujeiras-por-conta-de-bounty/

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Expo Stickers 09

Oct 06 2009

A Expo Stickers 09 já tá rolando em São Paulo na El Cabritón y Amigos (R. Augusta, 2008 – Jardins). A fachada da loja foi preparada para receber os stickers de 200 artistas espalhados por 27 países. Até 03/Novembro poderá ser conferido o trabalho organizado pelo designer e artista de rua Jair Guilherme, aka BHC e a produtora cultural Liliane Ferrari. A intervenção artística fica por conta do designer Eduardo Souzacampus (também responsável pela pintura d’O Monstro Ciclope da fachada) e quem passar por lá ainda pode dar sua colaboração colando mais adesivo.

No dia 07/Outubro rola abertura da exposição em São Carlos, no campus da UFSCar e em breve a Expo Stickers 09 vai também para Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Buenos Aires e Miami.

http://farm3.static.flickr.com/2616/3983182234_4852db6793_o.jpg

Mais fotos do evento podem ser vistas no flickr do Souzacampus.

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Asfalto do Minhocão ganha flores no fim de semana

Oct 06 2009

SÃO PAULO – E de repente o Minhocão ganhou flores. O tom cinzento do asfalto ganhou traços brancos que não pertenciam às faixas de sinalização da pista e deram um novo ar à via. Fechado para os pedestres aos fins de semana, o Elevado General Arthur da Costa e Silva, conhecido pelo trânsito intenso durante a semana, “desabrochou” em 15 minutos no domingo com a ajuda do fotógrafo e artista plástico Felipe Morozini.


O elevado foi tomado por 30 pessoas que, munidas com cal, começaram a pintar a primavera no chão. “Faz três anos que eu quero fazer essas flores, pois acho o Minhocão uma obra muito agressiva”, afirma o artista, que há oito anos mora no último andar de um prédio que fica em frente à via (“uma vista incrível”), uma das principais ligações entre as zonas leste e oeste de São Paulo, passando pelo centro da cidade.


“Eu vivo aqui por que quero, mas as (outras) pessoas moram por falta de opção. Gostaria de dar a elas essa oportunidade (de ver algo diferente do trânsito)”, diz Morozini, explicando que o apartamento é herança de uma bisavó. Todas as pessoas envolvidas na intervenção urbana são amigos do artista. Por enquanto, ele não pensa em fazer nenhuma obra em outro ponto da cidade. “Para fazer isso eu penso no meu entorno, minha cabeça vai em melhorar a vida das pessoas do entorno”.


Além disso, o desejo de participar de um festival de documentários sobre arte na rua, que vai ser realizado em Nova York, também mobilizou Morozini a agir. “Foi o que me motivou”. Mas então por que não usar tinta e dar mais cor ao asfalto? “Porque é proibido”. Só isso? Não. “O intuito é fazer as pessoas pensarem. Ninguém quer estragar a cidade”, explica-se, dizendo que também é interessante o fato de o cal sair na chuva.


E como uma obra, provocou diferentes reações nas pessoas. Segundo o artista, uma pessoa disse que era bonito por ser primavera. Outra falou que alguém pensando positivamente na região já era uma boa coisa. E uma mulher acabou ligando para a polícia e disse que o Minhocão estava sendo pichado. “A polícia chegou, mas foi bacana”, disse Morozini, que informou que o cal iria sair com água.


Intuito de fazer intervenções artísticas em outros pontos Morozini não diz ter, mas quem sabe mais alguma coisa no elevado. Agora eu já pensei em fazer outro e aumentar um metro a cada ano”. Outro desejo do artista é ver àquela região central mais colorida. “Eu acho grafite lindo. Meu sonho é que todos os prédios do minhocão pintados por grandes grafiteiros”.


Fonte: Estadão

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Da Rua: imagem, arte e ação

Sep 21 2009

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) inaugura a terceira exposição da série “Da Rua” no dia 10 de setembro de 2009. “Da Rua: imagem, arte e ação” reúne obras do artista Junior de Paiva e da dupla Krishna Passos e Adriana Vignoli na galeria Fayga Ostrower e no Espaço Marquise, do Complexo Cultural Funarte Brasília.

Na mostra, Junior de Paiva apresenta desenhos figurativos sobre os medos, os desejos e o universo feminino, vistos sob uma ótica anárquica, obscura, sexual e policromática. O artista, que utilizará como suporte um tapume de quase trinta metros de comprimento, instalado no Espaço Marquise, trabalha com grafite em spray, pigmentos, caneta marker e rolinho de pintar parede – materiais que costuma usar também para intervir nos muros das cidades.

“PlastiCidade”, de Krishna Passos e Adriana Vignoli, é uma exposição multimídia interativa: imagens dos visitantes da galeria sobrepõem-se, em uma tela, a imagens de pessoas que se encontram em diferentes pontos da cidade (captadas por uma câmera previamente instalada).  A este quadro soma-se uma paisagem sonora, composta por sons transmitidos em tempo real pela câmera de segurança do local e sons captados, em diferentes cidades, por artistas como Leonardo Wolf (que enviou material de Barcelona); Gisel Carriconte e Philip Jones (de Londres); e Maicyra Leão (de Sergipe), entre outros. Além disso, Krishna e Adriana apresentam performances experimentais, tendo sempre um ou dois artistas como convidados.

Com a série de mostras “Da Rua”, a Funarte pretende contribuir para o debate sobre a institucionalização da pintura de rua e da intervenção urbana, linguagens que, nos últimos anos, saltaram dos muros das cidades para galerias, museus e centros culturais. As duas primeiras mostras, chamadas “Da Rua: que pintura é essa?”, foram inauguradas em São Paulo e no Rio de Janeiro em maio de 2009 e trataram principalmente da arte do grafite.

Horário: das 9 às 21 horas | Local: Complexo Cultural Funarte Brasília Endereço: Galeria Fayga Ostrower e Espaço Marquise (Eixo Monumental Setor de Divulgação Cultural).


Informaçőes:
(61) 3322-2076 / 3322-2029

Fonte: CerradoMix

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A cruzada cinzenta de Kassab

Sep 21 2009

SÃO PAULO - o episódio recente em que a prefeitura de São Paulo apagou os grafites e pichações dos muros da Avenida 23 de Maio, pintando-os de cinza, revela a tendência maníaca por ordem que caracteriza a gestão Gilberto Kassab. Tendência que resulta mais de moralismo do que de inteligência. É a mesma tendência que recentemente espalhou nas ruas um monte de ilhas e/ou blocos de concreto que “disciplinam” os cruzamentos, estreitando as passagens e obrigando os motoristas a seguir e dobrar as esquinas da “maneira correta”, dificultando o fluxo do tráfego em nome da ordem e dos bons costumes no trânsito e de uma aparência de cidade bem cuidada. Pode ser inteligente em termos eleitorais, mas não como solução prática, pois além de atrapalhar, o custo dessas ilhas poderia ser aplicado, por exemplo, na limpeza da cidade, que está longe de ser exemplar.

O prefeito Kassab notabiliza-se por investir grandes esforços em ações com a aparência da cidade. A lei que removeu as propagandas, placas e luminosos das paredes, fachadas de lojas, bares etc. teve um enorme impacto na cidade e deu muitos pontos ao prefeito. O impacto foi positivo, pois a cidade recuperou os contornos de uma fisionomia que estavam ocultos, soterrados por pesado lixo visual. Mas também trouxe perdas, já que privar São Paulo do brilho colorido dos neons, típica de grandes centros urbanos, é um tanto cruel.

Basta pensar na Times Square em Nova York, ou Piccadily Circus em Londres, ou Tokio. Com a lei, uma visualidade muito característica nossa se perdeu. É o caso da popular loja de sapatos Zapata, na Duque de Caxias, que tinha um imenso luminoso de neon com letras gigantes sobre uma fachada de perfilados de alumínio tão típica nossa. A retirada trouxe à luz a arquitetura do prédio (sem graça, diga-se) e um silêncio visual confortável, mas empobreceu e entristeceu aquela esquina. Talvez a lei devesse ser flexível, e permitir os neons em certos lugares (como em Londres e Nova Yorque, aliás). Acontece que aqui as leis são aplicadas sem bom senso. Creio se tratar de uma dificuldade em viver com regras, sem que para isso seja necessária a proibição total. É a proibição ou o vale-tudo.

Vivemos uma onda proibitiva sem precedentes em São Paulo. Só que essas proibições não atingem o vale-tudo das leis de zoneamento, uma questão crucial, e enquanto a prefeitura pinta de cinza muros com grafites ou constrói irritantes ilhotas nos cruzamentos, bairros como a Vila Romana, onde moro, estão sendo completamente transfigurados pela voracidade imobiliária, com incessantes construções de prédios de apartamentos que em pouco tempo tornarão este simpático bairro num inferno sem sol, sem gente andando pelas ruas – só carros – de trânsito pesado sem escoamento possível, dificuldade para estacionar e medo da violência. Para impedir esse verdadeiro crime urbano bastaria que o bom senso regulasse o crescimento da cidade, estipulando regras de construção adequadas (determinando, por exemplo, a altura máxima dos edifícios) e porcentagens razoáveis de reocupação, em vez da proibição pura e simples.

Quanto aos grafiteiros e pichadores, no ano passado houve dois episódios envolvendo ações coletivas que merecem consideração. Um na escola de Belas Artes e outro na Bienal. Em ambos os casos a ação foi violenta, truculenta e oportunista, explorando o evento com o simples propósito de autopromoção mediante argumentos capengas, se justificando com pseudo-conceitos como “questionamento dos limites da arte” e “liberdade de expressão”, supostamente pertinentes numa discussão e num espaço “de arte”. E a suposta posição de “vítimas do sistema” caía no ridículo do jogo de cartas marcadas da ação, da esperada repressão e a consequente repercussão na mídia (e o pior é que a estúpida e absurda prisão de uma pichadora dava consistência a essa posição de vítima). Essas ações deturpavam o próprio sentido das pichações como intervenções urbanas.

Muito diferente é ver a lateral cega de um prédio novinho, branquinho, marcado com aquela curiosa tipografia das pichações. Vandalismo, sem dúvida, mas ali eu vejo também um caráter subversivo divertido, manifestação de uma cultura urbana adolescente genuína e espontânea. Algumas são verdadeiras proezas. Devem ser naturalmente proibidas, mas já ouvi que, para os pichadores, sem a adrenalina proporcionada pela proibição não teria graça. Mas no caso dos belos grafites nos muros da 23 de Maio – uma via expressa árida – francamente, ali me parece o lugar mais adequado possível para eles e não há razão para proibi-los.

Mas Kassab viu uma oportunidade de empreender sua cruzada cinzenta. Cruzada que também se manifesta nas obras das calçadas da Paulista, onde mais de cem árvores foram simplesmente retiradas! Será que é para não precisar varrer as folhas secas que “sujam” as calçadas? Falta massa cinzenta para esses amantes do cinza que tem em Kassab um fiel representante. Viva os grafites, viva os neons, viva Zapata!

*Artista plástico

Fonte: Estadão

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Projeto ‘Cores de São Luís’ conservará fachadas de casarões do Centro Histórico

Sep 06 2009

O prefeito de São Luís, João Castelo, lançará, na próxima terça-feira (08), às 9h, no Quality Grand São Luís Hotel, o projeto “Cores de São Luís”, que tem como objetivo preservar e conservar as fachadas de casarões do Centro Histórico. A iniciativa faz parte do calendário de eventos da Capital Brasileira da Cultura 2009 e prevê ainda pinturas internas, melhorias de calçamento e iluminação cenográfica.

Segundo João Castelo, o projeto será um propulsor turístico e cultural na capital maranhense. “O Cores de São Luís vai mudar o aspecto do Centro Histórico e torná-lo mais bonito e atrativo para nossa gente e para o turista”, frisou o prefeito de São Luís.

Considerado uma das iniciativas mais ousadas dos últimos anos no quesito preservação do patrimônio histórico, o “Cores de São Luís” é um dos principais projetos voltados à melhoria do Centro Histórico da capital maranhense e consiste na pintura das fachadas de casarões, mudando o aspecto deixado pela ação do tempo e depredação humana.

Na fase de execução do projeto, o primeiro local a ser beneficiado será a Casa das Tulhas – a famosa Feira da Praia Grande. Todo o quadrilátero do espaço será reabilitado com pinturas externas e internas, melhorias de calçamento e iluminação cenográfica.

O projeto é uma iniciativa da Prefeitura de São Luís, Ong Capital Brasileira da Cultura e do São Luís Convention & Visitors Bureau, que envolverá as secretarias municipais de Turismo (Setur), de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) e de Obras Públicas (Semosp); as fundações municipais de Cultura (Func) e de Patrimônio Histórico (Fumph); e terá como parceiros o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); o Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Maranhão (Sinduscon); Sebrae e Tintas Coral, empresa patrocinadora oficial do “Cores de São Luís”.

Para o secretário municipal de Turismo, Liviomar Macatrão, o projeto vai também dinamizar o cenário cultural da cidade.  “Nossa idéia é que, a cada ano, tenhamos uma localidade revitalizada e que estes espaços sejam transformados em pontos culturais, com atividades folclóricas continuamente, até o dia do quarto centenário, que coincide com o fim da primeira gestão de João Castelo”, disse.

Segundo o presidente da Fumph, José Aquiles Andrade, o Mercado da Praia Grande é mais que um ponto turístico de São Luís e o projeto vai revitalizar a economia dos feirantes que trabalham no local. “O Cores de São Luís vai funcionar como uma ação de educação patrimonial porque envolverá toda a comunidade inserida nos locais de visitação”, afirmou.

Duas etapas – O projeto será realizado em duas etapas com intervenções urbanas para preservar monumentos históricos e conjuntos de relevante importância para a cidade. O segundo monumento beneficiado será a Igreja de São José do Desterro.

Com criatividade, o “Cores de São Luís” vai elevar a auto-estima e melhorar a qualidade de vida dos comerciantes e moradores do Centro Histórico. O projeto será ampliado nos anos posteriores para os onze bairros que compõem o Centro e áreas de interesse de preservação.

O Iphan irá delimitar a área a ser restaurada, além de realizar o diagnóstico sobre o perfil dos imóveis contemplados e disponibilizar especialistas em limpeza nas tradicionais pedras de cantaria. (Da Secom / Prefeitura de São Luís)

Fonte: Jornal Pequeno

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Arte de rua tridimensional

Sep 03 2009

Aakash Nihalani mora em Nova York e com algumas fitas adesivas coloridas ele faz intervenções geométricas perfeitas pelas ruas da BIG APPLE. Sua arte é realmente minimalista, com cores contrastantes e formas bem simples ele consegue resultados incríveis!

Confira vários trabalhos dele no FLICKR do cara!

Portfólio online: http://aakashnihalani.com/

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Peter Gibson

Sep 02 2009

O artista canadense Peter cria intervenções urbanas no sistema de sinalização desde 2001 em Montreal. Seu objetivo era diminuir a quantidade de carros pelas ruas, para isso, através do estêncil brincava com os sinais. Isso tudo resultou a 53 acusações e sua prisão depois de 3 anos de intervenções.

Quem quiser, pode conhecer mais do trabalho dele através do site Roadsworth.

E pra quem tiver oportunidade, vale a pena assistir o documentário Roadsworth – Crossing the line, que mostra as dificuldades do artista e abre espaço para debater a quem pertence o espaço público.

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Intervenções Digitais

Sep 02 2009

O que acontece quando se usa a arte digital em Intervenções Urbanas? Esse vídeo mostra justamente essa junção entre as artes digitais com o meio urbano.

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